Quem foges do clarão
Se o clarão da tarde já não te ilumina,
se o clarão do céu já não te serve,
tente a escuridão latente de um dia cinza,
tende as madrugadas frias e agudas,
essas que dizem servir de consolo
a quem não gargalha ao amanhecer do sol,
e nem ao enxergar o fruto.
Comentários (1)
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2020-07-05
Thaís Escreves belamente Parabéns ! Já faz algum tempo que não vejo mais novos poemas teus! Abraços
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