Copeiro de Rei
Estou como a esperança incrédula, lavando o rosto em água suja para acatar da perda, aquilo que ganharei perdendo.
Viver como copeiro de rei, que bebe da copa, o veneno que mataria o tirano e salvaria o reino.
Eu sou quem salvo o carpido
enquanto oro para vê-lo morrendo,
pulo dos romances, seus epílogos,
rebobino a música da fita, antes que pare o som e prevaleça apenas eu e a voz de deus em seu sacro silêncio.
Em enterro de copeiro, a carpideira é o coveiro, com mais um rosto familiar para enterrar num jazigo do gueto.
Viver como copeiro de rei, que bebe da copa, o veneno que mataria o tirano e salvaria o reino.
Eu sou quem salvo o carpido
enquanto oro para vê-lo morrendo,
pulo dos romances, seus epílogos,
rebobino a música da fita, antes que pare o som e prevaleça apenas eu e a voz de deus em seu sacro silêncio.
Em enterro de copeiro, a carpideira é o coveiro, com mais um rosto familiar para enterrar num jazigo do gueto.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Texto sobre o amor.
Minha noite é uma caminhada para o dia... que vem em silêncio se aproximando em cantos de chiados por passarinhos - meus olhos estão quei…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski