Copeiro de Rei
Estou como a esperança incrédula, lavando o rosto em água suja para acatar da perda, aquilo que ganharei perdendo.
Viver como copeiro de rei, que bebe da copa, o veneno que mataria o tirano e salvaria o reino.
Eu sou quem salvo o carpido
enquanto oro para vê-lo morrendo,
pulo dos romances, seus epílogos,
rebobino a música da fita, antes que pare o som e prevaleça apenas eu e a voz de deus em seu sacro silêncio.
Em enterro de copeiro, a carpideira é o coveiro, com mais um rosto familiar para enterrar num jazigo do gueto.
Viver como copeiro de rei, que bebe da copa, o veneno que mataria o tirano e salvaria o reino.
Eu sou quem salvo o carpido
enquanto oro para vê-lo morrendo,
pulo dos romances, seus epílogos,
rebobino a música da fita, antes que pare o som e prevaleça apenas eu e a voz de deus em seu sacro silêncio.
Em enterro de copeiro, a carpideira é o coveiro, com mais um rosto familiar para enterrar num jazigo do gueto.
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