em pássara consciência
de bólide
não se avoque
por pássaro se ter
mais a molde
enseje continência
quando infinita
e se preste mais a pulso
quando incontida
tenha no jeito
a concisão e a urgência
de um sonho gravado
no vão da paciência
do tempo
não se provoque
a ser apenas fração
que me console
que seja bólide
e que não seja
engastada na conveniência
de toda a natureza.
não se avoque
por pássaro se ter
mais a molde
enseje continência
quando infinita
e se preste mais a pulso
quando incontida
tenha no jeito
a concisão e a urgência
de um sonho gravado
no vão da paciência
do tempo
não se provoque
a ser apenas fração
que me console
que seja bólide
e que não seja
engastada na conveniência
de toda a natureza.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
quando a poesia termina
há uma chantagem despercebida quando a poesia termina fica a linguagem do dia a dia essa que sem roupas ou camuflagens fura como cristais…
Kátia Surreal
fugindo da tese
estou poeticamente fugindo da tese mais trágico que isso só o compromisso rompido com a terapia ando fugindo demais de tudo o que é real…
Kátia Surreal
recorro aos ancestrais
quando meu pai me conta sobre suas ascendências indígenas indago à natureza qual minha tribo ela então me diz que minha raiz é o encontro…
Kátia Surreal
Brasil - 17/06/2011
Os encantos desta terra Que foi chamada Brasil, Estão nos rios e na serra No céu azul, cor de anil. Nas cavernas e nas grutas …
Armando A. C. Garcia