Pequeno dizer sobre a alienação
a informação
inventa teu crânio
como bólide urgente
e estranho
tudo que repetes
como de ti parido
é uma ilusão externa
a todos teus sentidos
a verdade
posta em fórceps
emagrece as nuances
do que podes
bovino
segues um saber
de que nem sabes
e terminas carcereiro
da tua liberdade.
inventa teu crânio
como bólide urgente
e estranho
tudo que repetes
como de ti parido
é uma ilusão externa
a todos teus sentidos
a verdade
posta em fórceps
emagrece as nuances
do que podes
bovino
segues um saber
de que nem sabes
e terminas carcereiro
da tua liberdade.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Museus
Os museus vazios: a que vieram essas construções monumentais se vazias ficaram suas salas e corredores sem vestígio do cotidiano do…
Darlan de Matos Cunha
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski