Poema ao retrato de Olga Benário Prestes
na casa do sapateiro Francisco
nunca espaço te coube
e murchavam todas as horas
e marchavam públicas as dores
na casa do sapateiro Francisco
havias em fotografia
como se fosses tão tanta
que Chico inventava os dias
na casa do sapateiro Francisco
no exercício do que não dizias
eras um rosa arquitetada
no juízo de quem te via
na casa do sapateiro Francisco
apesar da objetividade do retrato
tinhas um jeito de história
e um gosto intenso e farto
de memória.
nunca espaço te coube
e murchavam todas as horas
e marchavam públicas as dores
na casa do sapateiro Francisco
havias em fotografia
como se fosses tão tanta
que Chico inventava os dias
na casa do sapateiro Francisco
no exercício do que não dizias
eras um rosa arquitetada
no juízo de quem te via
na casa do sapateiro Francisco
apesar da objetividade do retrato
tinhas um jeito de história
e um gosto intenso e farto
de memória.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Museus
Os museus vazios: a que vieram essas construções monumentais se vazias ficaram suas salas e corredores sem vestígio do cotidiano do…
Darlan de Matos Cunha
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski