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Poemeto ao Galo da Madrugada

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Poema ao catador de papéis
AurelioAquino
AurelioAquino
No Galo da Madrugada
não existe compasso
tudo que é medido

se desmente no passo
o frevo solta o Recife
no meio do meu abraço
e o povo inventa a vida
pela sola dos sapatos.
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quando a poesia termina há uma chantagem despercebida quando a poesia termina fica a linguagem do dia a dia essa que sem roupas ou camuflagens fura como cristais… Kátia Surreal fugindo da tese estou poeticamente fugindo da tese mais trágico que isso só o compromisso rompido com a terapia ando fugindo demais de tudo o que é real… Kátia Surreal recorro aos ancestrais quando meu pai me conta sobre suas ascendências indígenas indago à natureza qual minha tribo ela então me diz que minha raiz é o encontro… Kátia Surreal Brasil    -   17/06/2011 Os encantos desta terra Que foi chamada Brasil, Estão nos rios e na serra No céu azul, cor de anil. Nas cavernas e nas grutas … Armando A. C. Garcia
AurelioAquino BR

AurelioAquino

1952-01-29 · Parahyba

Deixo-me estar nos verbos que consinto, os que me inventam, os que sempre sinto.

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