Vaca paciência
do curral
nem se admite
que contenha apenas bois
postos em cabides
assim trançado
de pau a pique
o curral é antes vitrine
de um vago precipício
que nem se sabe de boi
e nem ao menos é legítimo
porque de sê-lo restrito
desdizendo a liberdade
antes nem seja curral
mais uma urgente cidade
que constrange o vacum ofício
de ruminar dias e tardes
pois na reta do olho
talvez a contingência
leve a ver-se apenas homens
bois de sua inconsciência.
nem se admite
que contenha apenas bois
postos em cabides
assim trançado
de pau a pique
o curral é antes vitrine
de um vago precipício
que nem se sabe de boi
e nem ao menos é legítimo
porque de sê-lo restrito
desdizendo a liberdade
antes nem seja curral
mais uma urgente cidade
que constrange o vacum ofício
de ruminar dias e tardes
pois na reta do olho
talvez a contingência
leve a ver-se apenas homens
bois de sua inconsciência.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Museus
Os museus vazios: a que vieram essas construções monumentais se vazias ficaram suas salas e corredores sem vestígio do cotidiano do…
Darlan de Matos Cunha
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski