Versos em deslavada assintonia temporal
molho meu poema
de suor e vontade
como transeunte verbal
da liberdade
livre, concluo
por sobre os muros
as insuficiências de mim
nas nervuras do futuro
e o verso, líquido,
posto em drama,
isenta todos os presentes
dos passados que declama
de suor e vontade
como transeunte verbal
da liberdade
livre, concluo
por sobre os muros
as insuficiências de mim
nas nervuras do futuro
e o verso, líquido,
posto em drama,
isenta todos os presentes
dos passados que declama
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Mudança de rumo.
Ser triunfante na vida , não significa sempre vencer... é também saber perder. É saber mudar de direção na hora certa... é abraçar uma ca…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Bodas de prata.
Minhas palavras são sinceras extremamente verdadeiras , quando digito aqui ... neste pequenino espaço o grande amor que sinto por ti , m…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Primeira namorada.
Mal posso esperar por você nesta madrugada... onde impera toda minha ansiedade - declarar que te amo , mesmo estando zangada. Pois para m…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Liberdades e opioides
As chaves rodam soturnas, esperançosas de um voltar tardio Lá fora, o fumo passa ao dedo, em rodas, onde querem ver e ser vistos Circulam…
Rafael Gonçalves