Ode aos 40 anos, retirante da mágoa
a vida
é um trânsito enorme
e nem é preciso
que o corpo lhe informe
sou aos borbotões
meus gestos mais próprios
e um verbo que teima
em dizer-se lógico
apanho
as 15000 madrugadas
que lavraram o tempo
em minha face
e as empilho largas
numa eventual felicidade
e consumo as horas
já tardio
emborar rebentem indícios
de que ardo
apesar do frio
é um trânsito enorme
e nem é preciso
que o corpo lhe informe
sou aos borbotões
meus gestos mais próprios
e um verbo que teima
em dizer-se lógico
apanho
as 15000 madrugadas
que lavraram o tempo
em minha face
e as empilho largas
numa eventual felicidade
e consumo as horas
já tardio
emborar rebentem indícios
de que ardo
apesar do frio
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
quando a poesia termina
há uma chantagem despercebida quando a poesia termina fica a linguagem do dia a dia essa que sem roupas ou camuflagens fura como cristais…
Kátia Surreal
fugindo da tese
estou poeticamente fugindo da tese mais trágico que isso só o compromisso rompido com a terapia ando fugindo demais de tudo o que é real…
Kátia Surreal
recorro aos ancestrais
quando meu pai me conta sobre suas ascendências indígenas indago à natureza qual minha tribo ela então me diz que minha raiz é o encontro…
Kátia Surreal
Brasil - 17/06/2011
Os encantos desta terra Que foi chamada Brasil, Estão nos rios e na serra No céu azul, cor de anil. Nas cavernas e nas grutas …
Armando A. C. Garcia