Das guerras em mim e armistícios
das guerras que cometo,
assim pacífico,
melhor contê-las desarmadas
em largos armistícios
é que as armas da razão
atiram artifícios
calados verbos rasantes
nas costas dos gritos
das guerras que cometo
apenas identifico
essa necessidade da paz
em que me habito
assim pacífico,
melhor contê-las desarmadas
em largos armistícios
é que as armas da razão
atiram artifícios
calados verbos rasantes
nas costas dos gritos
das guerras que cometo
apenas identifico
essa necessidade da paz
em que me habito
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski