a minha sede...
Ah...meu Deus! Meu Deus!
Que foi feito dos sonhos meus?
Passaram luas, passaram sóis
Amei em brancos lençóis
Gritei ao mundo minha felicidade
quando era amendoeira em flor
Gota a gota surge a saudade
E a vida é este perpetuar sem fulgor.
Este mistério, a que me sinto atada
Este soluçar a que me sinto cativa
Este ser e não ser, este nada...
Esta chama que me mantém viva.
Meu Deus! Ah...meu Deus!
Que foi feito dos sonhos meus?
Levanto pedaços de lembranças
Repetem-se na memória preciosas
A sangrarem de esperanças
Com a leveza de mariposas.
A vida é armadura desfeita
Coberta de sombra e de vazio
De sede constante é feita
Irrompe em nós como rio
Que tudo leva p'la frente
No vai-vem dum vento
arrebatadamente.
natalia nuno
Que foi feito dos sonhos meus?
Passaram luas, passaram sóis
Amei em brancos lençóis
Gritei ao mundo minha felicidade
quando era amendoeira em flor
Gota a gota surge a saudade
E a vida é este perpetuar sem fulgor.
Este mistério, a que me sinto atada
Este soluçar a que me sinto cativa
Este ser e não ser, este nada...
Esta chama que me mantém viva.
Meu Deus! Ah...meu Deus!
Que foi feito dos sonhos meus?
Levanto pedaços de lembranças
Repetem-se na memória preciosas
A sangrarem de esperanças
Com a leveza de mariposas.
A vida é armadura desfeita
Coberta de sombra e de vazio
De sede constante é feita
Irrompe em nós como rio
Que tudo leva p'la frente
No vai-vem dum vento
arrebatadamente.
natalia nuno
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