Leite
O leite a escoar
Do ubre
Da pátria amada
Envasado
Na oportuna
Indecência
Pandêmica
O leite escoado
Do ubre da pátria amada
É o sangue derramado
Da saúde dos brasileiros
Incompetência hasteada
Na esperteza
Da moral da família e da nação
Famílias miseráveis
Sem o leite das crianças
Banquetes a céu aberto
Do ubre a jorrar
Das torneiras perpétuas
Esguinchar o que sobrar
O sangue e as misérias
A morte.
Ak
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Filo - Sofia .
Qual a verdade que impera na mente humana ... todas elas são verdadeiras perante céus e estrelas : eu juro . Nestes pensamentos que trans…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Ninguém !!! - 21/09/2026
Ninguém ama nesta vida
Mais que a sua criação,
Primeiro, é a própria vida
Depois, a sua geração.
…
Armando A. C. Garcia
Vestidos Brancos de Sedas.
Nenhuma poesias ou poema é um assunto macabro... pois todos vivemos em um mundo cheios de muitas estações de tempos- Primavera -verão -…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Pesadelos.
Durante todas as noites um pesadelo viaja pelo meu sono - até que tudo termina no susto de acordar. Uns são de boas lembranças outros de…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*