Traçar as letras que ditam
as banalidades da vida
sobre como sangra
esse meu corpo de mulher
todo mês
Carregar gramas de ferro e hemácias
depositar na calcinha
contorcer-se até pensar
"queria ser homem por um dia"
Minha biologia lamenta
todo dia 9
por aprisionar um órgão
causa de vida
e de certo
da minha morte
banalidades.
as banalidades da vida
sobre como sangra
esse meu corpo de mulher
todo mês
Carregar gramas de ferro e hemácias
depositar na calcinha
contorcer-se até pensar
"queria ser homem por um dia"
Minha biologia lamenta
todo dia 9
por aprisionar um órgão
causa de vida
e de certo
da minha morte
banalidades.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Melancolias III
Nas praias desertas de minha cidade costumava me sentar ... e a observar a solidão que me traz o mar. as verdades de meu corpo e de minha…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
COM FÉ
Tenho muita fé, Creio em tudo, Só não creio Na falta de fé. Vou com tudo, Às vezes paro, Giro o mundo, Tá tudo caro. Embora eu não crei…
Celso Ciampi
Lula la...
Lula la... bem vindo a vitória dos corações brasileiros ... bem vindo ao país de uma social democracia . Lula la ... sempre de coração a…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Papa Bois e Mama D’Leau
Acordar ao seu lado em Trinidad e Tobago,
receber o seu beijo romântico e apaixonado,
e entregar a alma convicta e o peito devotado…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski