O grilho as ttopeiras,batendo na bunda de quem passa e macaca arteira
O grilgo veio de uma macaca e era aryeira mãe do batendo na bunda de quem passa e morava na reino das topeiras o grande percebendo que sua mãe a macaca armava e o grilo brigava por fazer do seu grilinho ele e batendo na bunda de que passa continuava a pedir como fazem os batedores se me entende na bunda como o dito nunca a carteira como os pungas,e as topeiras seguiam assim em luta para viver como O Grande e sua família.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Emergir Humano
Se acaso
Não tivesse eu
Idealizado a singular formosura Tua
Em simplicidade primitiva
E desejo
Desnecessário
P…
de Oliveira Melo
Andanças
o povo dança a rua abraça o tempo em sua luta cheiro da história assuntando seu curso ilações da matéria nas vias do futuro a multidão pu…
AurelioAquino
Escuridão
Minha voz recita
O que n’alma
No coração dilacera.
Um sopro de vida,
Um olhar sincero,
Uma dúvida,
Uma mágo…
killders
NÃO SEI...
Escrevo esse poema, Sem saber o que dizer, Deixo sair as palavras Meio sem querer. Quero ver onde chego, E se chego a algum lugar, Talve…
Celso Ciampi