Relato de maucaratismo
É o caso de uma doméstica que sendo impelida ao trabalho para ae sustentar e zombando a bom termo da patroa por não ter tanto dinheiro como no passado,defecava e deixava o odor putrido na casa,porém não cabendo ao caso ela ter um bebe precisar e ter reclamaçoes da patroa não cabendo ao direito uma necesdidade da patroa permanecer com ela,e ela precisa,e foi como diarista demitida além do mais ia fedendo para o trabalho sabendo eu de noitadas dela na rua bebeda.E o fedor era como dizem subaco,e a protroa tinha além de confiança ou pagamento em dia.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Juras de União entre dois corações.
Outros dias e outras noites se passam e não consigo te ver - tenho toda calmaria do mundo em meu coração - pois o desprezo é o maior mal …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
não antes, depois
Não antes, depois do fim de tudo, depois de todos os inícios, iremos sem irmos de todo, devagar é que se vai longe, muita calma nessa hor…
Darlan de Matos Cunha
Tajy
Os olhos e o coração
florescem, tal qual
tajy no Rio Paraguai,
sob o céu austral,
Sempre que percebo
os teus bonitos sinai…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
histórias
Tu não sabes o que deves saber, mas já te conto algo a respeito. As histórias não terminam, e sim que mudam táticas, mudam de lugar trama…
Darlan de Matos Cunha