A casa ao fundo da rua
Ao fundo da rua
Surge uma casa sem teto
Tendo no passado sido casulo da inocente larva
Que, vítima do processo evolutivo, virou borboleta,
Realizando o ciclo de vida completo
Vislumbrando as consequências
Que a nova realidade acarreta,
Desvanecem-se as vivências gravadas
Nas paredes agora rasas
Pois o corpo virou borboleta
E a alma mudou de casa
Nessa casa ao fundo da rua
Onde o Sol se pôs
Para dar lugar à Lua
Que, ao amanhecer,
transita novamente
Para o mesmo Sol,
Num dia diferente.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Ainda estou aqui.
Para ser sincero me mantenho como Deus quer... com mágoas e sofrimento no meu coração - nada tenho - nada possuo - nesta minha luta , on…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
É rica...
Jorge E. Leal
É Rica por conhecer a História, Mantém seus sonhos secretos. Da França, caminha na glória, Em busca, anseios concret…
Julian Lael
Marítima alusão da vida
no convés de mim singro minhas águas as que fluem do riso as que nadam as lágrimas quase todas resumidas nas correntezas que lavro atrav…
AurelioAquino
So sad he had to go
So sad he had to go
Yes he was suffering a lot
He was an alcoholic also
He used to drink like fish
Yes he was destroying his liver
A…
Aldo gabbay kraas