Certo dia
Certo dia, um passarinho pousou na minha janela.
Não era um passarinho como outro qualquer,
era multicolorido, especial.
Seus diferentes tons e nuances despertaram meu vago olhar,
de súbito, me peguei num romance,
desses onde o improvável sempre acontece
e me dei conta da importância da ave.
Egoísta, pensei em aprisioná-lo
Numa gaiola velha e empoeirada,
Mas nada fiz;
Apenas sorri.
Agradeci a ele com um meneio de cabeça
E gargalhei como um desvairado,
Compreendendo tudo.
Ele bateu asas e foi-se embora, chilreando.
Me senti gratificado pela sua visita inusitada
Pois havia entendido, enfim, a importância de manter a janela aberta.
Não era um passarinho como outro qualquer,
era multicolorido, especial.
Seus diferentes tons e nuances despertaram meu vago olhar,
de súbito, me peguei num romance,
desses onde o improvável sempre acontece
e me dei conta da importância da ave.
Egoísta, pensei em aprisioná-lo
Numa gaiola velha e empoeirada,
Mas nada fiz;
Apenas sorri.
Agradeci a ele com um meneio de cabeça
E gargalhei como um desvairado,
Compreendendo tudo.
Ele bateu asas e foi-se embora, chilreando.
Me senti gratificado pela sua visita inusitada
Pois havia entendido, enfim, a importância de manter a janela aberta.
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