Carta ao amigo.
Caro amigo, lembro-me bem de quando nos conhecemos na fila da escola, de início confesso que não gostava de você por não te entender, mas depois percebi que compartilhávamos das mesmas ideias. Passou-se o tempo, e eu fui percebendo o quão identicos nós éramos, fomos ganhando um laço de irmandade gigantesco, e que eu achava que nunca iria ter fim... Só que chegou a vida adulta, e com ela muitas responsabilidades, hoje nem mais nos falamos. Nos cruzamos nas ruas e nem se que nos cumprimentamos, e sobre aquela bela amizade hoje só me restam lembranças... Isso me fez perceber que a vida é dura, caro amigo, e que amigos vem e vão embora da sua vida sem que seja perceptível...
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Dissidente
Dissidente
Sobre a dura meditação,
Que se ampara nas horas silenciosas,
Vem me ao corpo a petrificação;
À fronte algum…
antonio gonçalves
aconchego
no mar de doçura dos olhos baixos
semeias grinaldas felizes
que vestem de ternura as coisas do coração
acariciadas a sol de outubro
Isabel Pires
F201
Enquanto um debate requentado,
por dentro, tem me quebrado,
não entendo quem escolhe não
lutar para revisar o Pacto Federativo
…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
A clareza da palavra escrita num ecossistema de ruído digital
A clareza da palavra escrita num ecossistema de ruído digital
Ensaio sobre leitura atenta, arquitetura da informação e o valor da sim…
Slobodan Marković