Epitáfio de uma estrela
Ao cantar dos anjos
E ao alvorecer do dia,
Deixar-me-ei descansar nos braços dela,
Aquela que me censura
E nutre: de ver, de sentir e de sonhos.
A última estrela do céu se foi
e com ela a minha esperança
O firmamento nunca mais será o mesmo
mas nem assim ele pode parar:
de girar, de perceber e de sonhar.
E ao alvorecer do dia,
Deixar-me-ei descansar nos braços dela,
Aquela que me censura
E nutre: de ver, de sentir e de sonhos.
A última estrela do céu se foi
e com ela a minha esperança
O firmamento nunca mais será o mesmo
mas nem assim ele pode parar:
de girar, de perceber e de sonhar.
Galáxias e nebulosas choram a perda
daquele pontinho de luz que fazia a diferença
na imensidão escura. Machuca
no peito daquele que sofre a partida
sem volta daquele sem vinda.
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