O Náufrago Penoso
Ocultaria de ossos sangrentos,
a cerimônia festiva dos ventos.
Oh, amada, sua ausência carrega
toneladas de amargor, que nega
a apoteose da paixão, o véu
queimado do suicídio do céu;
tempestade opaca, sussurra
o murmúrio da voz que urra
o tormento dos mares sombrios.
Semeada a vontade de amar, só
o coração morre, a forca do nó,
eliminou a possível retratação
da remota ideia de sublimação.
A folha da árvore de outono
foi-se embora com o sono.
Não consigo mais descansar
quando a alma inferniza meu penar.
a cerimônia festiva dos ventos.
Oh, amada, sua ausência carrega
toneladas de amargor, que nega
a apoteose da paixão, o véu
queimado do suicídio do céu;
tempestade opaca, sussurra
o murmúrio da voz que urra
o tormento dos mares sombrios.
Semeada a vontade de amar, só
o coração morre, a forca do nó,
eliminou a possível retratação
da remota ideia de sublimação.
A folha da árvore de outono
foi-se embora com o sono.
Não consigo mais descansar
quando a alma inferniza meu penar.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Dos teus encantos - 26/07/2026
Volitando teus encantos
Num castelo de ilusões,
Foi a flor que amei tanto
Malditas, recordações...
…
Armando A. C. Garcia
Foi minha, hoje é tua ! - 27/07/2026
Toda a minha poesia,
Que foi minha, hoje é tua,
É momento de alegria
Saber que anda na rua.
…
Armando A. C. Garcia
Naturalmente ! - 28/07/2026
Quebrarei o tédio do cotidiano
Ouvindo o silêncio das palavras
No ritmo da vida, qual cigano
Naturalment…
Armando A. C. Garcia
Quedo-me penseroso ! - 29/07/2026
No silêncio quedo-me penseroso
Avaliando se tal se pode aferir,
O louco amor rutilante misterioso,
Que espre…
Armando A. C. Garcia