Morte ao sol
Estrela de Rá, sua existência
a mim, é tartamuda!
Seu calor derrete meu humor,
congela meu bem-estar,
estoura o fragor dos tímpanos e
homicida meu amor a ti.
Vossa luz derrama lágrimas
do velcro que separa o bem
e o mal; a vinda da lua: bênção
que socorre a enfermidade.
Soando rancor nas estranhas
dos meus podres órgãos.
O eclipse é a esperança final
de um tempo agradável.
A morte do deus-sol é a missa
que clamo aos domingos.
Minha barganha é sofrer no
calor de meus ossos, quando
volto ao meu caixão escuro.
Ao menos lá não existe
O idiota sol.
a mim, é tartamuda!
Seu calor derrete meu humor,
congela meu bem-estar,
estoura o fragor dos tímpanos e
homicida meu amor a ti.
Vossa luz derrama lágrimas
do velcro que separa o bem
e o mal; a vinda da lua: bênção
que socorre a enfermidade.
Soando rancor nas estranhas
dos meus podres órgãos.
O eclipse é a esperança final
de um tempo agradável.
A morte do deus-sol é a missa
que clamo aos domingos.
Minha barganha é sofrer no
calor de meus ossos, quando
volto ao meu caixão escuro.
Ao menos lá não existe
O idiota sol.
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