Solitude
Não sei se eleve ou releve
A sórdida condição de alienação humana
Estar só é olhar-se
Ser-se na solitude
É caminhar o infinito
Desfazer montanhas imaginárias
Calcorrear bermas adormecidas
E num só gesto
Expiar o sentimento ímpio
Tornando mais alto
O nome dos homens
A sórdida condição de alienação humana
Estar só é olhar-se
Ser-se na solitude
É caminhar o infinito
Desfazer montanhas imaginárias
Calcorrear bermas adormecidas
E num só gesto
Expiar o sentimento ímpio
Tornando mais alto
O nome dos homens
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
O relho
o relho que não
é de uso cotidiano
tal qual a chuva
bate no nosso chão.
não há desculpa,
e sim desumanização.
…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
A Rota do Poente
Há sempre um vilarejo à frente
Lugar de chuviscos
E cercas baixas
De estrada coberta de pedras,
Incontáveis curvas …
Daisy
Le infante donzela.
Como desejava vela minha adorada namorada , pois tu estavas agonizante e perante meus olhos lágrimas desciam ao chão como chuva de um qu…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
I have fallen in love
I have fallen in love
With the new country
That I call home
It is Canada
I must say
I am always safe when
I live my home first thin…
Aldo gabbay kraas