A Minha Luta
Não sei para onde vai levar
Sem objetivos a delegar,
Muito menos a exaustar
A virtude baixa do vivar.
Lágrimas me decaem ópio,
Perene deixa meu vil ócio
Sujeitando o passo ímpio
Na obscura falta de límpio.
Escreve, porém morrendo
Na ideia deixo nascendo
Aquele que luta sofrendo
No pelejo, mas fenecendo.
Sem objetivos a delegar,
Muito menos a exaustar
A virtude baixa do vivar.
Lágrimas me decaem ópio,
Perene deixa meu vil ócio
Sujeitando o passo ímpio
Na obscura falta de límpio.
Escreve, porém morrendo
Na ideia deixo nascendo
Aquele que luta sofrendo
No pelejo, mas fenecendo.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski