Turnê da vergonha 🔴
Lula e sua turma devem rir muito. O líder dos sindicalistas pegou Geraldo Alckmin pela mão e está “obrigando-o” a frequentar os eventos mais constrangedores. Vestindo de vez a fantasia de picolé de chuchu, o ex-governador esteve visivelmente envergonhado ao participar dos eventos ligados à esquerda raivosa e ao próprio Lula. Este circula à vontade por ambientes hostis ao socialista fabiano.
A mistura que, sob olhares desatentos, pariu um ornitorrinco, fez Alckmin ilustrar uma conspiratória dobradinha e ser flagrado num palanque — imitando Getúlio Vargas — tentando se comunicar com uma plateia de sindicalistas e respeitosamente, em pé, ouviu atentamente a Internacional Socialista — deve ter se emocionado, entretanto não convinha demonstrar.
Para o “Santo” seria uma via muito dolorosa, porém, de acordo com o conteúdo, não passa de um roteiro maldito. Assim, o ex-PSDB não ganha novos eleitores, pelo contrário, perde os antigos.
Geraldo está cumprindo o calvário amargo e constrangedor, embora não tenha chegado ao exagero de Roberto Requião. O paranaense, para agradar o petista, mastigou e achou boa a venenosa mamona.
***
Os sindicatos perderam a força de mobilização que já tiveram. No 1º de Maio, isso ficou evidente. Sem a contribuição sindical, não houve sorteio de apartamentos e carros, não houve ônibus, pão com mortadela, tubaína e cachê. Mas teve shows: Daniela Mercury, coitada, se submeteu a um número que parecia festinha de fim de ano de firma — aquelas em que a turma está mais interessada em beber chope e comer churrasco de graça. Conclusão, o evento esvaziou. Até o Alckmin conseguiu escapar desta.
Luiz Inácio Lula da Silva não queria discursar para aquela merreca de potenciais eleitores. Foi um constrangimento para ele, acostumado a “hipnotizar” multidões. Restou subir, discursar, desculpar-se com os policiais e prometer um arsenal de impossibilidades e ameaças.
Quem escapará ileso, Luiz Inácio Lula da Silva, Geraldo Alckmin ou Daniela Mercury?
A mistura que, sob olhares desatentos, pariu um ornitorrinco, fez Alckmin ilustrar uma conspiratória dobradinha e ser flagrado num palanque — imitando Getúlio Vargas — tentando se comunicar com uma plateia de sindicalistas e respeitosamente, em pé, ouviu atentamente a Internacional Socialista — deve ter se emocionado, entretanto não convinha demonstrar.
Para o “Santo” seria uma via muito dolorosa, porém, de acordo com o conteúdo, não passa de um roteiro maldito. Assim, o ex-PSDB não ganha novos eleitores, pelo contrário, perde os antigos.
Geraldo está cumprindo o calvário amargo e constrangedor, embora não tenha chegado ao exagero de Roberto Requião. O paranaense, para agradar o petista, mastigou e achou boa a venenosa mamona.
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Os sindicatos perderam a força de mobilização que já tiveram. No 1º de Maio, isso ficou evidente. Sem a contribuição sindical, não houve sorteio de apartamentos e carros, não houve ônibus, pão com mortadela, tubaína e cachê. Mas teve shows: Daniela Mercury, coitada, se submeteu a um número que parecia festinha de fim de ano de firma — aquelas em que a turma está mais interessada em beber chope e comer churrasco de graça. Conclusão, o evento esvaziou. Até o Alckmin conseguiu escapar desta.
Luiz Inácio Lula da Silva não queria discursar para aquela merreca de potenciais eleitores. Foi um constrangimento para ele, acostumado a “hipnotizar” multidões. Restou subir, discursar, desculpar-se com os policiais e prometer um arsenal de impossibilidades e ameaças.
Quem escapará ileso, Luiz Inácio Lula da Silva, Geraldo Alckmin ou Daniela Mercury?
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