Dilma e o diabo 🔴
Dilma Vana Roussef, nossa mais fiel tradução da incapaz capaz de tudo. Sem pudor, e com o poder destrutivo de uma variante do coronavírus, governando, ela quase destruiu o Brasil em favor de uma causa muito particular.
A presidenta guarda uma intimidade muito grande com o “Coisa Ruim”. Em momentos difíceis, ela invoca o Bicho. Essa simbiose só pode ser fruto de uma amizade muito antiga. Talvez um acordo. Nada pode ser duvidado de quem arrematou a refinaria de Pasadena. Nunca se sabe o que foi assinado, muito menos num remoto passado, numa encruzilhada qualquer. Não é de graça que qualquer pessoa chega ao poder.
Para derrotar o adversário do PT, Dilma prometeu “aliança até com o diabo”. Novamente, estreitando laços com o Cramunhão. Talvez fosse pela democracia. Não foi a primeira vez.
Querendo vencer a eleição de 2014, a “Querida” ameaçou botar em campo seu parceiro de todas as horas. Na ocasião, ela disse: “Nós podemos fazer o diabo quando é a hora da eleição”. Eu acredito nisso. A propósito, ela alcançou seus desejos. Deve ser sido, de novo, pela democracia.
Minha indagação é a seguinte: Se Dilma tem coragem, e até desenvoltura, de recorrer ao Cão-Tinhoso em público, o que não faria no escuro do seu quarto?
Embora a ex-presidente já tenha arriscado se comunicar em inglês, espanhol e francês, sem ao menos se fazer entender em português, não conseguiu evitar o “impeachment” — ou, como dizem, golpe.
O impeachment e a não eleição para senadora talvez sejam parte dos benefícios que não entraram no pacote do acordo obscuro. Mas uma pessoa como ela ter chegado à Presidência! Isso é obra digna de feijões mágicos ou coisa do gênio da lâmpada.
Quando a Dilma falava em “pacto” social dava calafrios. O ato falho talvez revele porque a governanta presidiu o Brasil e era aplaudida em seus inesquecíveis discursos.
Enfim, têm pessoas que fazem de tudo para vencer eleições e sabemos que o que os move não é a vontade de ajudar o Brasil. Na briga pelo voto cristão tem candidato rezando pra Deus e acendendo a uma vela pro Cão.
A presidenta guarda uma intimidade muito grande com o “Coisa Ruim”. Em momentos difíceis, ela invoca o Bicho. Essa simbiose só pode ser fruto de uma amizade muito antiga. Talvez um acordo. Nada pode ser duvidado de quem arrematou a refinaria de Pasadena. Nunca se sabe o que foi assinado, muito menos num remoto passado, numa encruzilhada qualquer. Não é de graça que qualquer pessoa chega ao poder.
Para derrotar o adversário do PT, Dilma prometeu “aliança até com o diabo”. Novamente, estreitando laços com o Cramunhão. Talvez fosse pela democracia. Não foi a primeira vez.
Querendo vencer a eleição de 2014, a “Querida” ameaçou botar em campo seu parceiro de todas as horas. Na ocasião, ela disse: “Nós podemos fazer o diabo quando é a hora da eleição”. Eu acredito nisso. A propósito, ela alcançou seus desejos. Deve ser sido, de novo, pela democracia.
Minha indagação é a seguinte: Se Dilma tem coragem, e até desenvoltura, de recorrer ao Cão-Tinhoso em público, o que não faria no escuro do seu quarto?
Embora a ex-presidente já tenha arriscado se comunicar em inglês, espanhol e francês, sem ao menos se fazer entender em português, não conseguiu evitar o “impeachment” — ou, como dizem, golpe.
O impeachment e a não eleição para senadora talvez sejam parte dos benefícios que não entraram no pacote do acordo obscuro. Mas uma pessoa como ela ter chegado à Presidência! Isso é obra digna de feijões mágicos ou coisa do gênio da lâmpada.
Quando a Dilma falava em “pacto” social dava calafrios. O ato falho talvez revele porque a governanta presidiu o Brasil e era aplaudida em seus inesquecíveis discursos.
Enfim, têm pessoas que fazem de tudo para vencer eleições e sabemos que o que os move não é a vontade de ajudar o Brasil. Na briga pelo voto cristão tem candidato rezando pra Deus e acendendo a uma vela pro Cão.
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