um lugar chamado Xanadu
Dizem que o silêncio é ausência do som
De uma palavra ou mesmo de um verso
Pra mim é somente a falta de algo bom
Os sonhos que desaparecem do universo
Às vezes eu sinto espíritos apoiados no corrimão
Silenciosos sem desejos mas também sem temor
Percebo sua frieza seus olhares sem qualquer direção
Vejo canetas violões pincéis sonhos jogados no corredor
Corro então na direção de um lugar que carinhosamente
Batizei de Xanadu ali quebro regras reaprendo a sonhar
Faço desaparecer o silêncio procuro um caminho diferente
Deixo que a canção corra em minhas veias me chame de lar
Dentro de minha escuridão subo as escadas
Deslizando meus dedos sobre o corrimão
Quem sabe eu possa levar durante a madrugada
Uma faísca ao menos aqueles sem qualquer direção
Deus abençoe os que nos inspiram
Carlos Correa
De uma palavra ou mesmo de um verso
Pra mim é somente a falta de algo bom
Os sonhos que desaparecem do universo
Às vezes eu sinto espíritos apoiados no corrimão
Silenciosos sem desejos mas também sem temor
Percebo sua frieza seus olhares sem qualquer direção
Vejo canetas violões pincéis sonhos jogados no corredor
Corro então na direção de um lugar que carinhosamente
Batizei de Xanadu ali quebro regras reaprendo a sonhar
Faço desaparecer o silêncio procuro um caminho diferente
Deixo que a canção corra em minhas veias me chame de lar
Dentro de minha escuridão subo as escadas
Deslizando meus dedos sobre o corrimão
Quem sabe eu possa levar durante a madrugada
Uma faísca ao menos aqueles sem qualquer direção
Deus abençoe os que nos inspiram
Carlos Correa
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