Abelhinha ignorante
Oh abelhinha ignorante, detentora de todo poder que há,
em cujas patinhas há quem diga haver prosperidade e paz,
cujo sangue amargo é mais doce do que o mel.
Tua lenda te precede, adoça o palato cujo doce beijo rouba com desvelo impoluto,
o mesmo que oferece a mim qual voto de amizade.
O que mais há de se dizer a teu respeito, oh abelhinha ignorante?
Não deixo que atestem contra ti,
em língua unívoca te rogo, dá-me tua benção por portento.
Oh abelhinha ignorante, não espalhe meu segredo pelo vento em que revoas,
que amo teu mel com mais força que o zumbido em meu ouvido que ressoas.
Robson Vieira
em cujas patinhas há quem diga haver prosperidade e paz,
cujo sangue amargo é mais doce do que o mel.
Tua lenda te precede, adoça o palato cujo doce beijo rouba com desvelo impoluto,
o mesmo que oferece a mim qual voto de amizade.
O que mais há de se dizer a teu respeito, oh abelhinha ignorante?
Não deixo que atestem contra ti,
em língua unívoca te rogo, dá-me tua benção por portento.
Oh abelhinha ignorante, não espalhe meu segredo pelo vento em que revoas,
que amo teu mel com mais força que o zumbido em meu ouvido que ressoas.
Robson Vieira
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