Abelhinha ignorante
Oh abelhinha ignorante, detentora de todo poder que há,
em cujas patinhas há quem diga haver prosperidade e paz,
cujo sangue amargo é mais doce do que o mel.
Tua lenda te precede, adoça o palato cujo doce beijo rouba com desvelo impoluto,
o mesmo que oferece a mim qual voto de amizade.
O que mais há de se dizer a teu respeito, oh abelhinha ignorante?
Não deixo que atestem contra ti,
em língua unívoca te rogo, dá-me tua benção por portento.
Oh abelhinha ignorante, não espalhe meu segredo pelo vento em que revoas,
que amo teu mel com mais força que o zumbido em meu ouvido que ressoas.
Robson Vieira
em cujas patinhas há quem diga haver prosperidade e paz,
cujo sangue amargo é mais doce do que o mel.
Tua lenda te precede, adoça o palato cujo doce beijo rouba com desvelo impoluto,
o mesmo que oferece a mim qual voto de amizade.
O que mais há de se dizer a teu respeito, oh abelhinha ignorante?
Não deixo que atestem contra ti,
em língua unívoca te rogo, dá-me tua benção por portento.
Oh abelhinha ignorante, não espalhe meu segredo pelo vento em que revoas,
que amo teu mel com mais força que o zumbido em meu ouvido que ressoas.
Robson Vieira
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Love him
Love him
People
The same way
I love
My father
He is the one that
Had created you all
In his image
And in god’s ey…
Aldo gabbay kraas
quando a poesia termina
há uma chantagem despercebida quando a poesia termina fica a linguagem do dia a dia essa que sem roupas ou camuflagens fura como cristais…
Kátia Surreal
fugindo da tese
estou poeticamente fugindo da tese mais trágico que isso só o compromisso rompido com a terapia ando fugindo demais de tudo o que é real…
Kátia Surreal
recorro aos ancestrais
quando meu pai me conta sobre suas ascendências indígenas indago à natureza qual minha tribo ela então me diz que minha raiz é o encontro…
Kátia Surreal