DESVENTURAS AMOROSAS DEVANEANTES
Ouço falarem de amor,
Mas não sei o que é amor,
Mas em meio a dor,
Acho que te amei,
Quando o vi pela primeira vez,
Teu sorriso me desestabilizou ,
Perdida em devaneios dilacerantes fiquei,
E em meio a multidão só conseguia te enxergar.
É como se o mundo ao meu redor não existisse
Era só eu e você, você e eu.
Daí nasceu minha ganância de tê-lo,
lutei em vão e perdi a guerra do amor.
Se ao menos houvesse uma chance de te amar.
Se ao menos você me deixasse explicar.
Joguei com as armas erradas,
E no jogo da sedução eu fui seduzida.
A cada estação fui fenecendo
E até hoje vivo sem vitalidade,
Os outros amores que vivi,
Não apagaram-te da minha alma.
Acho que te amo louca e desesperadamente
Amo-te por amar, e não amo-te
E de tanto amar-te, chego a odiar-te
Te espero quando sei que não vem.
Amo-te por amar, tu faz meu coração arder e esfriar
Por isso odeio-te sempre que te amo,
É um paradoxo sentimental e irracional
Que faz meu coração e alma gritarem de dor
Meu amor por ti dilacera-me por inteira,
Teu vislumbre cega-me e amando-te sigo os dias
Esse amor doentio que me consome
O brilho da minha existência.
Nesta narrativa não tem final feliz.
Apenas eu irei fenecer por amar-te,
Mas ainda assim, te quero ardentemente.
katepoeta
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