🔴 Este ano não acabará neste ano
Lula resolveu brincar de presidente. Viajou para o continente africano, assustou o Mercado (a cada palavra que cometeu) e montou uma equipe de transição que já merece a sequência: Mensalão, Petrolão e Transição.
Lula correu à COP 27,Egito, representar a si e posar de ambientalista, fingindo que está preocupado com o futuro da Humanidade. Os cumprimentos, sorrisos e tapinhas nas costas e o aparente bom trânsito do corrupto notório vem da facilidade com que ele obedece o que essas cúpulas e agendas mundiais impõem para travar a evolução do Terceiro Mundo: demarcações imensas de terras indígenas, deixar que estrangeiros e ONG’s estabeleçam os “cuidados” com a Amazônia, preservação do que os europeus exploram, utilizar energia limpa e diminuir as já insignificantes emissões de carbono.
Ineditamente, o governo que reivindica a vitória está espantando quem fez o “L”. Essas pessoas descobriram a ameaça tarde demais. Que analistas financeiros são esses que só interpretaram agora uma agenda econômica desastrosa que era promessa de campanha?
Jornalistas vergonhosamente fizeram o “L” e “no seu tempo” se arrependeram. Acreditaram num “Lulinha liberal”, pragmático e cheio de responsabilidade fiscal. Ora, durante a campanha o petista se apresentou como sempre foi, radical, vingativo e com péssimas ideias.
Suspensão temporária da incredulidade, fenômeno que acomete quem cai em “contos do vigário”, pode ser a explicação para muitos que votaram no “Ali Babá”.
Nem mesmo a tal da pacificação, prometida, será cumprida. Pelo contrário, o que se vê é uma convulsão social, e já se fala em guerra civil. O “perdeu, mané” dá o tom de como a oposição é vista. Não existe pacificação assim.
A insurreição patriótica ganhou força, apoio logístico e segue incólume a apelidos pejorativos (bolsonarista, manifestações golpistas e atos antidemocráticos) e sanções insanas (multas abusivas, fiscais de ocasião, um conselho tutelar sabujo etc). Está na hora do recúo de Alexandre de Moraes. Uma coisa é certa: esse personagem já merece algumas páginas nos livros de História futuros, só não se sabe, ainda, o final.
A frase “perdeu, mané” é infeliz, porém sincera. Em apenas duas palavras foi resumido o processo que permitiu que Lula conseguisse a “saidinha eleitoral”. O “perdeu, mané” escancarou quem “ganhou” e quem é o “mané”. “Mané”, neste caso, significa otário; o interlocutor é o malandro.
“Xandi” lançou mão de tática de guerra (sufocamento); o contra-golpe, igualmente, veio numa estratégia militar (desabastecimento). A guerra participar do ministro extrapolou e prejudica milhões de pessoas. Está em tempo dele desistir.
Desde o começo, Alexandre de Moraes plantou o caos para “colar” a crise e a pecha de incompetente e golpista no Bolsonaro. Entretanto, quando explodiu a prevista erupção social, a culpa ganhou outro nome e sobrenome. Desista.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Arquétipo
TODOS CELEBRAMOS AS MÃES Todo mundo homenageia a mãe, todo mundo celebra o seu arquétipo Os escritores escrevem livros, os filhos no…
Aristides Jerónimo
Os encantos da vida.
Nada é mais belo que o nascer de um sol - tão enorme que saem fervendo os mares - e grandes navios graneleiros no porto a espera de emb…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
ESPERA UM POUCO!
Eu já estou saindo, Não adianta ter pressa, Minha calça está caindo, O meu cinto não presta. Não buzina aqui na frente, Vai incomodar a …
Celso Ciampi
Passado remoto.
Não consigo acompanhar o movimento deste mundo - as vezes temo que estou vivendo em um passado muito ...muito... remoto - onde fagulhas …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*