Menos
Terra de gigantes, meninos pequenos
Terra de homens importantes, a maioria indigente
Já perguntaram “Que país é esse?” e ninguém respondeu
Mudo e conformado, alguém tolheu
A cara do Brasil continuou no breu
Tudo passa corrido, nada corrigido, tudo é atropelo
Indigentes normais, casualidades banais
Todos doidos mentais e a vida na corrente.
Parar nem obrigatório é
O primordial é ficar de pé
Carne posta, alma exposta
E o humano a morrer
Indigentes normais, casualidades banais,
Todos doidos mentais e a vida na corrente.
Cortar pela metade as promessas
Legislativo, judiciário e executivo indiferentes
É o cansaço da chibata pós Isabel
Políticos e heroínas servidos em carrossel
Sem investimento em educação, para tirar do porão, tão decadente
Planos de governo sem povo, ídolos escrotos
Pesquisas e inovações jogados nos esgotos
Indigentes normais, casualidades banais,
Todos doidos mentais e a vida na corrente.
Terra de homens importantes, a maioria indigente
Já perguntaram “Que país é esse?” e ninguém respondeu
Mudo e conformado, alguém tolheu
A cara do Brasil continuou no breu
Tudo passa corrido, nada corrigido, tudo é atropelo
Indigentes normais, casualidades banais
Todos doidos mentais e a vida na corrente.
Parar nem obrigatório é
O primordial é ficar de pé
Carne posta, alma exposta
E o humano a morrer
Indigentes normais, casualidades banais,
Todos doidos mentais e a vida na corrente.
Cortar pela metade as promessas
Legislativo, judiciário e executivo indiferentes
É o cansaço da chibata pós Isabel
Políticos e heroínas servidos em carrossel
Sem investimento em educação, para tirar do porão, tão decadente
Planos de governo sem povo, ídolos escrotos
Pesquisas e inovações jogados nos esgotos
Indigentes normais, casualidades banais,
Todos doidos mentais e a vida na corrente.
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