E agora sozinha,
E agora sozinha,
no escuro da noite, e à luz das minhas insónia,
vejo o luar
e penso se alguma vez te voltarei a ver
Se alguma vez retornarei a esses braços,
que em tempos me consolaram e ampararam a dor
Sei bem que não
Sei que naquele dia, perdido algures no tempo
o abraço que me deste foi o último,
mas alimento esta ilusão no meu pensamento,
como quem se prendeu no tempo
e não quer olhar em frente
Alimento a ilusão de que ainda me queres,
e de que retornarás um dia,
para os meus braços, e eu para os teus
e de que este poema não passa de uma delusão
no escuro da noite, e à luz das minhas insónia,
vejo o luar
e penso se alguma vez te voltarei a ver
Se alguma vez retornarei a esses braços,
que em tempos me consolaram e ampararam a dor
Sei bem que não
Sei que naquele dia, perdido algures no tempo
o abraço que me deste foi o último,
mas alimento esta ilusão no meu pensamento,
como quem se prendeu no tempo
e não quer olhar em frente
Alimento a ilusão de que ainda me queres,
e de que retornarás um dia,
para os meus braços, e eu para os teus
e de que este poema não passa de uma delusão
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