BANZEIRO
O que tiver de mágoas, que se vá com as águas
O que eu tiver de ruim, que se apague de mim
O que me for pesadelo, que possa esquecê-lo
Que nenhum dos amigos, me seja esquecido
Que as ofensas sofridas, sejam todas esquecidas
O que me for muito pesado, que vire passado
O que for esperança, que me volite à lembrança
O que me for ditoso, que venha de novo
O que for virtude, que vire atitude
O que eu tiver de bom, que me seja por tom
O que for alegria, que encha os meus dias
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
cores
tarde em cores frias boca triste avermelhada pingo azul mão molhada sala com luz amarela
manhã quente céu laranja …
feudido
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia
Muros de pedra ! - 24/07/2026
Eu tinha o mundo perdido
Na palma de minha mão,
Livre e solto, sacudido
Sem dinheiro, sem tostão.
…
Armando A. C. Garcia