Um apelo
Um paraíso ainda sem nome
Uma extensão não mensurada
Uma lua que se esconde em eclipse
Diante da tua face perfeita
Como a orquídea que floresce
Ao secar da árvore...
O que tens tu a esconder do mundo?
Para onde vais senão ao meu encontro?
Não quero estar em paz
Sê o meu desassossego
A minha primavera sem flor
Sê minha algoz
Meu descontentamento
Só não me deixe de canto
Nem habitar em teu esquecimento.
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