O Abismo de Ti
De todas as viagens que fiz,
Em que fui, por entre todas,
A mulher mais triste e mais infeliz,
A tua amiga mais desgraçada.
De todas as viagens que fiz,
Tão perdida, meu amor,
Sempre tão abandonada.
É a minha boca que em versos diz,
Ah, foi essa a melhor!
De todas as viagens que fiz,
Oh meu amor! Apesar da dor,
Aquela que recordarei até à morte,
Quando de mim me esqueci,
E me deixei levar à sorte,
Pelo mistério do teu corpo,
O eterno abismo que subi.
Em que fui, por entre todas,
A mulher mais triste e mais infeliz,
A tua amiga mais desgraçada.
De todas as viagens que fiz,
Tão perdida, meu amor,
Sempre tão abandonada.
É a minha boca que em versos diz,
Ah, foi essa a melhor!
De todas as viagens que fiz,
Oh meu amor! Apesar da dor,
Aquela que recordarei até à morte,
Quando de mim me esqueci,
E me deixei levar à sorte,
Pelo mistério do teu corpo,
O eterno abismo que subi.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Inviolável
As mãos que percorrem a sua pele Como quem explora espaços Incógnitos Ouvem suas confissões furtivas E as recolhem em memória De ful…
Daisy
Tema
Tema . Um se beija no outro, refletido* nalgum passante um novo enredo na vazante um se atreve no outro enquanto for um socorro porq…
Darlan de Matos Cunha
MAQUINÁRIO 4
MAQUINÁRIO 4 . Parece que ainda não se disse tudo o que se deve a respeito da vigília A hora do sim é o descuido do não * Vinícius c…
Darlan de Matos Cunha
MAQUINARIA 3
MAQUINÁRIA 3 Parece que ainda não se disse tudo a respeito dos capitães que o oceano tragou, nem dos vigias em desgraça, por míopes o…
Darlan de Matos Cunha