Chuva
As pingas certas e sequenciais que caiem do andar de cima,
Penso sempre que são lágrimas.
É ridiculamente inevitável, penso assim.
Imagino todas as lágrimas que me escorreram pelo rosto.
Daquelas quentes e salgadas que,
Como as gotas de chuva sempre certas e sequenciais,
Pingam do queixo para o peito.
Gosto do sabor das lágrimas,
Antigamente não gostava.
Quando vejo a chuva penso nisto,
E em todas as lágrimas que deixei por chorar,
Por cansaço, vergonha ou sei lá o quê.
Vejo a chuva e penso assim,
Tão ridiculamente patética,
Agradeço por ela chorar por mim.
Penso sempre que são lágrimas.
É ridiculamente inevitável, penso assim.
Imagino todas as lágrimas que me escorreram pelo rosto.
Daquelas quentes e salgadas que,
Como as gotas de chuva sempre certas e sequenciais,
Pingam do queixo para o peito.
Gosto do sabor das lágrimas,
Antigamente não gostava.
Quando vejo a chuva penso nisto,
E em todas as lágrimas que deixei por chorar,
Por cansaço, vergonha ou sei lá o quê.
Vejo a chuva e penso assim,
Tão ridiculamente patética,
Agradeço por ela chorar por mim.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski