Nossa bandeira jamais será vermelha
E no entanto, vermelho como brasa.
É vermelha a cor que a coroa perseguiu
A pintar cruz, pano e tábua rasa
Manchou assim tua mão no processo
Porque o pau que bate em Chico é pau brasil
O pau que hasteia ordem e progresso
Verde, amarelo, branco e azul anil
Flâmula orgulhosa estrelada
Paz no futuro de um passado vil
Se não é toda vermelha
- esse vermelho tão sombrio -
é dele em boa parte salpicada.
(set/2022)
É vermelha a cor que a coroa perseguiu
A pintar cruz, pano e tábua rasa
Manchou assim tua mão no processo
Porque o pau que bate em Chico é pau brasil
O pau que hasteia ordem e progresso
Verde, amarelo, branco e azul anil
Flâmula orgulhosa estrelada
Paz no futuro de um passado vil
Se não é toda vermelha
- esse vermelho tão sombrio -
é dele em boa parte salpicada.
(set/2022)
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Love him
Love him
People
The same way
I love
My father
He is the one that
Had created you all
In his image
And in god’s ey…
Aldo gabbay kraas
quando a poesia termina
há uma chantagem despercebida quando a poesia termina fica a linguagem do dia a dia essa que sem roupas ou camuflagens fura como cristais…
Kátia Surreal
fugindo da tese
estou poeticamente fugindo da tese mais trágico que isso só o compromisso rompido com a terapia ando fugindo demais de tudo o que é real…
Kátia Surreal
recorro aos ancestrais
quando meu pai me conta sobre suas ascendências indígenas indago à natureza qual minha tribo ela então me diz que minha raiz é o encontro…
Kátia Surreal