No inverno do caçador
Pôs-se em flocos de água branca,
Qualquer que seja a despedida,
Para o sonho de novelas,
Que cantam e suplicam pela
Volta do anoitecer.
E das montanhas colossais,
Longe se escuta,
O coro de capelas aterradas,
Fantasiando pela chegada de seus
Santos congelados.
Os grãos de neve, que se passam
Por areia, deixam que descansem em paz
As almas de cavalos tristes,
Ou inuítes sacerdotes de pinheiros
Invernais.
-Seus olhos grossos me contavam vidas
E seus cascos trêmulos me pediam perdão,
Deixe-me saciar minha fome ou víscera
E banharei estes troncos em sangue!
Qualquer que seja a despedida,
Para o sonho de novelas,
Que cantam e suplicam pela
Volta do anoitecer.
E das montanhas colossais,
Longe se escuta,
O coro de capelas aterradas,
Fantasiando pela chegada de seus
Santos congelados.
Os grãos de neve, que se passam
Por areia, deixam que descansem em paz
As almas de cavalos tristes,
Ou inuítes sacerdotes de pinheiros
Invernais.
-Seus olhos grossos me contavam vidas
E seus cascos trêmulos me pediam perdão,
Deixe-me saciar minha fome ou víscera
E banharei estes troncos em sangue!
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