Saudade
Saudade! Que sentimento
Que perdura com o passar do tempo
Que nâo morre
Que nâo se ausenta
Quando pensava eu que os teus lábios
Tivessem cruzado os meus
Tu fugiste, eu fugi
O medo de sentir , o medo de tocar, enfim!!!
Nem quero recordar, no frémito das nossas almas
Amor casto, martirizado por nós
Que não sabemos lidar com a fusão do nosso corpo
E com a conexão das nossas almas
Parece ilusão, parece um sonho
Sou demagoga com teu encanto
Sou pálida e frívola sem tua presença
Aí que saudade de te olhar e ver correspondência
Seja na troca de olhares, seja no silêncio
De nossas cordas vocais, onde se manifesta
O grito mais voraz, mais poderoso
Daquela imagem que podia ser agora o nosso rosto
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