Barragem
Abriu-se-me a alma esta noite.
Não acontecia há muito
Mas esta noite abriu-se-me a alma
E o meu peito fez-se barragem,
Que se aninha e comporta há tempo demasiado,
Que se faz fortaleza intransponível e animal indomado,
Mas que não evita transbordar
Quando a memória rompe a eclusa
E sem pedir licença ou aceitar recusa
Toma e inunda a minha Pátria,
E torna vales e planícies em mar.
Não acontecia há muito
Mas esta noite abriu-se-me a alma
E o meu peito fez-se barragem,
Que se aninha e comporta há tempo demasiado,
Que se faz fortaleza intransponível e animal indomado,
Mas que não evita transbordar
Quando a memória rompe a eclusa
E sem pedir licença ou aceitar recusa
Toma e inunda a minha Pátria,
E torna vales e planícies em mar.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
quando a poesia termina
há uma chantagem despercebida quando a poesia termina fica a linguagem do dia a dia essa que sem roupas ou camuflagens fura como cristais…
Kátia Surreal
fugindo da tese
estou poeticamente fugindo da tese mais trágico que isso só o compromisso rompido com a terapia ando fugindo demais de tudo o que é real…
Kátia Surreal
recorro aos ancestrais
quando meu pai me conta sobre suas ascendências indígenas indago à natureza qual minha tribo ela então me diz que minha raiz é o encontro…
Kátia Surreal
Brasil - 17/06/2011
Os encantos desta terra Que foi chamada Brasil, Estão nos rios e na serra No céu azul, cor de anil. Nas cavernas e nas grutas …
Armando A. C. Garcia