Dor inexistente
Um poeta não sofre
Ele pensa sobre e reflete
Talvez seja eu que minto
Ou talvez não sou um poeta
Por sofrer tanto
Acho que sou uma exceção
Ou serei uma farsa?
Só as pessoas me ditam com o tempo
Eu serei relembrado
Como o poeta que sofre
Mas serei esquecido
Como o poeta que mente
Escreverei com a dor
Que transmito para a caneta
E passarei toda a dor
Para o papel
Ele pensa sobre e reflete
Talvez seja eu que minto
Ou talvez não sou um poeta
Por sofrer tanto
Acho que sou uma exceção
Ou serei uma farsa?
Só as pessoas me ditam com o tempo
Eu serei relembrado
Como o poeta que sofre
Mas serei esquecido
Como o poeta que mente
Escreverei com a dor
Que transmito para a caneta
E passarei toda a dor
Para o papel
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Dos atos
só a vontade nunca basta ha que ter as mãos nos atos da alma a fluência da vida rói o mundo inventando a matéria em seus futuros essa con…
AurelioAquino
“A minha curiosidade é viver-te”
— E tu? O que sentes quando tocas em mim?
O meu corpo também te fala assim como o teu fala comigo?
— Eu vejo uma escultura viv…
Gonçalo Soares
“Nas minhas escolhas os meus pensamentos e nas escolhas da vida os meus sentimentos”
(Então e as gajas?)
Já não sei se quero saber assim tanto disso
(Então porquê?)
A pessoa que eu quero não existe …
Gonçalo Soares
“Uma espera é uma carta”
Bem, mas falando a sério,
Ela aparece quando, quando eu desistir?
Se a ideia for essa, então é preferível que não apareça.
…
Gonçalo Soares