ACALANTO PARA FLAMBOYANTS E ACÁCIAS nos jardins do Jóquei Clube do Recife, no Prado.
Cravei dentes em laranjas
fiz germinar sorvete de umbu
torneei parafuso de banana
trancei armelada de caju
Pesquei sonhos esperanças
Rondei côco macaúba
Cri amor na primavera
Pus arreios em saúva
Penteei flores silvestres
Desandei linhas aéreas
Fiz seresta de andiroba
Arguí vidas e lérias.
Lânguidos e familiares flamboyants
líricas acácias de ternas copas
variáveis quimeras infantis dedilhei
no curso nos teus decanos troncos.
Por isso brinco no compasso do teu riso
Arranjo trovas na retranca da saudade
Fazendo provas de amor e desmantelo.
Olinda, 29.02.2008
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
A chuva
Andei pela chuva e tive um choque.
Naquele momento, lembrei do seu toque. Enquanto eu caminhava, lembrava das nossas mãos …
Sibelly Siquerdss
Humilde imaginação.
Os sentimentos da alma e juntam com o amor... se veneras alguém , é porque tens um bem querer , admiração , e algo além de nossa humilde …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
A FALTA DE AMOR
O homem sem amor Não consegue florescer, Fica perdido na dor, Sem saber o que fazer. A vida perde o sentido, O coração fica sozinho, Pro…
miltondacosta
I don't mind
I don't mind praying For my God I must do that Before I go to bed Also tomorrow will be A new day Yes the night ended fast And I am happy…
Aldo gabbay kraas