Poeta dos lábios negros
Poeta dos lábios negros, alma sombria,
Canta versos tristes sob a luz da lua fria,
Seus olhos profundos refletem mágoas sem fim,
Em seu coração, tristeza é o único leme.
Com palavras melancólicas, ele tece sua canção,
Uma melodia de dor, lamento e solidão,
Sua voz ecoa como um suspiro da noite,
Um eco de tristeza, um grito de açoite.
Na penumbra, ele escreve, seu coração despedaçado,
Versos sombrios de um amor perdido, jamais encontrado,
A tinta em suas mãos mancha o papel em branco,
Como lágrimas escuras de um passado já extinto.
Seus versos são como sombras, densos e profundos,
Revelando segredos ocultos, sonhos quebrados em segundos,
O Poeta dos lábios negros, com sua pena de desgosto,
Compartilha sua dor, em cada verso, em cada grito.
Óh, Poeta dos lábios negros, tão solitário e triste,
Seu coração enegrecido pela dor que persiste,
Que sua poesia possa ser uma válvula de escape,
Um bálsamo para sua alma, para a tristeza que lhe cabe.
~CJ
Canta versos tristes sob a luz da lua fria,
Seus olhos profundos refletem mágoas sem fim,
Em seu coração, tristeza é o único leme.
Com palavras melancólicas, ele tece sua canção,
Uma melodia de dor, lamento e solidão,
Sua voz ecoa como um suspiro da noite,
Um eco de tristeza, um grito de açoite.
Na penumbra, ele escreve, seu coração despedaçado,
Versos sombrios de um amor perdido, jamais encontrado,
A tinta em suas mãos mancha o papel em branco,
Como lágrimas escuras de um passado já extinto.
Seus versos são como sombras, densos e profundos,
Revelando segredos ocultos, sonhos quebrados em segundos,
O Poeta dos lábios negros, com sua pena de desgosto,
Compartilha sua dor, em cada verso, em cada grito.
Óh, Poeta dos lábios negros, tão solitário e triste,
Seu coração enegrecido pela dor que persiste,
Que sua poesia possa ser uma válvula de escape,
Um bálsamo para sua alma, para a tristeza que lhe cabe.
~CJ
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