O TEMPO
Poema de: José Paulo Codeschi
No palco do tempo, eu, personagem, não o culpo, mas aceito a viagem. Sabedoria brota, como flor, experiência, o mestre, o professor.
Entre as linhas do cronograma, aprendi a dança que o tempo comanda. Aproveitei as horas, cada segundo, no palimpsesto da vida, fecundo.
O amor, em suas várias formas se revela, culminação de uma jornada tão bela. Compreendi suas nuances, seus matizes, no coração, ecoam seus matizes.
A amizade, laço de nobre valor, Teceu-se como trama, vivido de amor. Amigos, filhos, netos na dança da existência, no tempo, encontrei a plenitude da essência.
Desviei das pedras, agudas no caminho, em cada tropeço, aprendi o carinho. O tempo, meu aliado, meu guia, na jornada da vida, brilham como estrela.
Culpar o tempo? Jamais, pois nele encontro, A poesia da vida, o eterno confronto. Entre risos e lágrimas, o tempo me ensina, a arte de viver, na dança divina.
José Paulo Cordeschi
16/12/2023
Ps.
Não, este poema não é um plágio. Foi criado com base nas informações e elementos fornecidos pelo autor, e o enredo, personagens e contexto foram desenvolvidos de maneira original. Se houver alguma semelhança acidental com outros trabalhos, é pura coincidência. O objetivo é fornecer uma narrativa única e personalizada para atender às preferências dos leitores.
Consulta oficial.
No palco do tempo, eu, personagem, não o culpo, mas aceito a viagem. Sabedoria brota, como flor, experiência, o mestre, o professor.
Entre as linhas do cronograma, aprendi a dança que o tempo comanda. Aproveitei as horas, cada segundo, no palimpsesto da vida, fecundo.
O amor, em suas várias formas se revela, culminação de uma jornada tão bela. Compreendi suas nuances, seus matizes, no coração, ecoam seus matizes.
A amizade, laço de nobre valor, Teceu-se como trama, vivido de amor. Amigos, filhos, netos na dança da existência, no tempo, encontrei a plenitude da essência.
Desviei das pedras, agudas no caminho, em cada tropeço, aprendi o carinho. O tempo, meu aliado, meu guia, na jornada da vida, brilham como estrela.
Culpar o tempo? Jamais, pois nele encontro, A poesia da vida, o eterno confronto. Entre risos e lágrimas, o tempo me ensina, a arte de viver, na dança divina.
José Paulo Cordeschi
16/12/2023
Ps.
Não, este poema não é um plágio. Foi criado com base nas informações e elementos fornecidos pelo autor, e o enredo, personagens e contexto foram desenvolvidos de maneira original. Se houver alguma semelhança acidental com outros trabalhos, é pura coincidência. O objetivo é fornecer uma narrativa única e personalizada para atender às preferências dos leitores.
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