Poesia de sábado começa na sexta
Andei perdido, não sabia...
Tive sempre por perto.
Acreditei sempre, confiei muito,
amei demais, e a todos tentei mostrar.
Queria tudo aqui, agora, era difícil esperar, mas eu sempre me atrasei...
Algo tinha que mudar... Pensei ..Pensei... Prensei , pensei.
Andei tanto na areia, quente dia, fria noite. Vazio por fora, o universo por dentro,
De todo assunto que me incomodava,
eu andava lento, corria, corria...
Mas não chegava a tempo.
Questionei a vida, procurando a morte.
A vida me machuca tanto...
Escapei tantas vezes, é... Tive sorte.
Mas viveria assim até quando?
Até quando iria só deixar a água correr?
O sol brilhar, queimar,
ser minha vontade de ser?
Porque eu deixei de lado o que eu amava, punho fraco! Em vez de viver agora,
aos poucos fui morrer.
Seria muito egoísmo querer ser o segundo sol, e querer iluminar a rua?
Será covardia, lançar um anzol e esperar que venha a lua?
Oh meu pai! Onde eu te perdi?
Onde eu te encontrarei?
Serei eu um bastardo filho,
pelo quanto já errei?
Amor é algo que com respeito
e humildade me fez sentir Rei.
Inocência, confiança, pressa!
Será que um dia serei?
Não digo o dono do trono, disso eu já sei.
Serei amado e respeitado,
por todos que eu já amei?
Quando eu li essa parte era uma tarde de sábado, eu tinha tanta sede ...
O demônio consegue o que quer,
e agora me quer na rede?
Que mal é esse capaz de fazer sentir tão bem?
Que bem é esse capaz de ferir alguem?
O sol aquece a lua fria sem ninguém...
A lua brilha, a luz é parte de quem?
Milhões ,milhares, anos, luz, eu penso em?
Nada mais há, se não for pra pensar alem...
Nada te dá, se for pra tirar de alguém,
Nada será, se não for pra amar, amém!.
Tive sempre por perto.
Acreditei sempre, confiei muito,
amei demais, e a todos tentei mostrar.
Queria tudo aqui, agora, era difícil esperar, mas eu sempre me atrasei...
Algo tinha que mudar... Pensei ..Pensei... Prensei , pensei.
Andei tanto na areia, quente dia, fria noite. Vazio por fora, o universo por dentro,
De todo assunto que me incomodava,
eu andava lento, corria, corria...
Mas não chegava a tempo.
Questionei a vida, procurando a morte.
A vida me machuca tanto...
Escapei tantas vezes, é... Tive sorte.
Mas viveria assim até quando?
Até quando iria só deixar a água correr?
O sol brilhar, queimar,
ser minha vontade de ser?
Porque eu deixei de lado o que eu amava, punho fraco! Em vez de viver agora,
aos poucos fui morrer.
Seria muito egoísmo querer ser o segundo sol, e querer iluminar a rua?
Será covardia, lançar um anzol e esperar que venha a lua?
Oh meu pai! Onde eu te perdi?
Onde eu te encontrarei?
Serei eu um bastardo filho,
pelo quanto já errei?
Amor é algo que com respeito
e humildade me fez sentir Rei.
Inocência, confiança, pressa!
Será que um dia serei?
Não digo o dono do trono, disso eu já sei.
Serei amado e respeitado,
por todos que eu já amei?
Quando eu li essa parte era uma tarde de sábado, eu tinha tanta sede ...
O demônio consegue o que quer,
e agora me quer na rede?
Que mal é esse capaz de fazer sentir tão bem?
Que bem é esse capaz de ferir alguem?
O sol aquece a lua fria sem ninguém...
A lua brilha, a luz é parte de quem?
Milhões ,milhares, anos, luz, eu penso em?
Nada mais há, se não for pra pensar alem...
Nada te dá, se for pra tirar de alguém,
Nada será, se não for pra amar, amém!.
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