QUERO PRA MIM
Quero pra mim, nunca sair daqui,
Quero pra mim, a saudade nunca existir,
Quero pra mim, as doçuras dessa terra,
viver a essência dessa beleza que aqui encerra,
é renascer em Caxias a cada dia.
Quero sentir demasiados amores e,
reencontrar-me como sou,
sem exageros transformadores,
ou divergir-me da essência que passou.
Quando sair, jamais esquecerei,
que aqui é berço de escritores,
nem tampouco da cultura folclórica
de onde há tanta beleza, será daqui?
ou transformou-se longamente?
Quero ouvir os cantos das aves,
ou lembrar da saudade que eles me fazem lembrar,
As datas são marcadas daquilo que quero pra mim
um horizonte implantado em anos longos, era só aquilo que quero pra mim.
Autora: Luciana Brito de Sousa
Quero pra mim, a saudade nunca existir,
Quero pra mim, as doçuras dessa terra,
viver a essência dessa beleza que aqui encerra,
é renascer em Caxias a cada dia.
Quero sentir demasiados amores e,
reencontrar-me como sou,
sem exageros transformadores,
ou divergir-me da essência que passou.
Quando sair, jamais esquecerei,
que aqui é berço de escritores,
nem tampouco da cultura folclórica
de onde há tanta beleza, será daqui?
ou transformou-se longamente?
Quero ouvir os cantos das aves,
ou lembrar da saudade que eles me fazem lembrar,
As datas são marcadas daquilo que quero pra mim
um horizonte implantado em anos longos, era só aquilo que quero pra mim.
Autora: Luciana Brito de Sousa
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