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Faço um esforço
Constante,
Para deixar de te ver,
Mas não dá.
Estás no sofá,
Na cama,
Na rua,
E a minha cabeça na tua.
Vejo te quieto,
Imagino te a andar,
Imagino te a beijar.
Outro.
Imagino te a beijar outro,
Que não eu,
E a tocar,
E a rir...
Vou fugir.
Tenho de fugir,
Se senti o que disse.
Se não era tolice,
Se não era leviano,
Que se ficasses melhor sem mim,
Teria de ser assim,
Cá tenho de me aguentar.
Mas foda-se,
Está me mesmo a custar.
Constante,
Para deixar de te ver,
Mas não dá.
Estás no sofá,
Na cama,
Na rua,
E a minha cabeça na tua.
Vejo te quieto,
Imagino te a andar,
Imagino te a beijar.
Outro.
Imagino te a beijar outro,
Que não eu,
E a tocar,
E a rir...
Vou fugir.
Tenho de fugir,
Se senti o que disse.
Se não era tolice,
Se não era leviano,
Que se ficasses melhor sem mim,
Teria de ser assim,
Cá tenho de me aguentar.
Mas foda-se,
Está me mesmo a custar.
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