04:29:26:12:23
Tenho tantas saudades tuas.
Oxalá pudesse te dizer.
O quanto sinto a tua falta.
Mas não posso.
Não é suposto.
Mostraria o meu desequilíbrio,
A quem me conhece nu
Mas que não devo interpelar,
Pois isso podia significar
Que queria batalhar
E na minha cabeça,
Não tenho a certeza.
Quer dizer,
Tenho certeza que quero.
Mas não se sou capaz de vencer.
Por isso, também, é que estou errado.
Mas,
Como do teu lado está tudo silenciado,
Portanto até devo ter acertado.
E é para esquecer.
Momentos incríveis na gaveta de uma mesinha de cabeceira duma mulher que não sabe onde guardou nada, vão se perder com facilidade. Que merda.
Oxalá pudesse te dizer.
O quanto sinto a tua falta.
Mas não posso.
Não é suposto.
Mostraria o meu desequilíbrio,
A quem me conhece nu
Mas que não devo interpelar,
Pois isso podia significar
Que queria batalhar
E na minha cabeça,
Não tenho a certeza.
Quer dizer,
Tenho certeza que quero.
Mas não se sou capaz de vencer.
Por isso, também, é que estou errado.
Mas,
Como do teu lado está tudo silenciado,
Portanto até devo ter acertado.
E é para esquecer.
Momentos incríveis na gaveta de uma mesinha de cabeceira duma mulher que não sabe onde guardou nada, vão se perder com facilidade. Que merda.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
quando a poesia termina
há uma chantagem despercebida quando a poesia termina fica a linguagem do dia a dia essa que sem roupas ou camuflagens fura como cristais…
Kátia Surreal
fugindo da tese
estou poeticamente fugindo da tese mais trágico que isso só o compromisso rompido com a terapia ando fugindo demais de tudo o que é real…
Kátia Surreal
recorro aos ancestrais
quando meu pai me conta sobre suas ascendências indígenas indago à natureza qual minha tribo ela então me diz que minha raiz é o encontro…
Kátia Surreal
Brasil - 17/06/2011
Os encantos desta terra Que foi chamada Brasil, Estão nos rios e na serra No céu azul, cor de anil. Nas cavernas e nas grutas …
Armando A. C. Garcia