03:30:30:12:23
A carta final.
Proponho me a escrever,
Umas últimas linhas,
Antes de enlouquecer.
Tenho pensado demasiado,
E escrito para me entreter
Mas decidi agora que é só este,
Que te vou deixar ler.
Na realidade não entretém,
Mas é como se falasse contigo,
Sinónimo de chanfradice,
Resultado do que não consigo:
Evitar reviver, escamotear.
Sinto a tua falta todos os dias,
Não me parece que vá passar.
O som está em mono,
E para estereo não vai.
Eu questiono,
Mas não sei como este vírus sai.
Acho que não me devo repetir.
Mas sinto me demasiado...
Como um espumente sem ser gasificado,
Ou um comedor enfastiado.
Na certeza que desististe,
Angustiado, desaparado, triste.
Não há outra opção.
"Ah faz assim faz assado."
Isto não foi uma banalidade!
Não tive quando te comecei a amar.
Oportunidade
Como nunca ninguém teve de tal verdade.
Com todo o meu coração.
Assim, como também desisti.
Senti que não tinha opção.
Se disseste que não valia a pena tentar,
E que tinhas chegado ao teu limite,
Os problemas não estavam a começar,
Julguei nos para lá do que se permite...
E com a coragem que nunca mais senti.
Quis te largar.
Sair do teu planeta.
Hoje cortava um braço para te abraçar.
E era feliz maneta.
E a lição depois aparece, vejamos:
Quando achei que estava a ser, enfim, corajoso,
Afinal estava aos teus olhos malicioso
A não respeitar o que passamos.
Lamento.
Tentei ser bom,
E dei o meu melhor.
Mesmo sem me dares qualquer palavra de gratidão,
Eu postro-me sem pudor e com satisfação.
E escrevo profundo e com certezas.
Faz te feliz Glória.
Foi incrível viver contigo enamorado.
Serás para sempre o meu amor.
E o que vivemos
Para sempre vai ser recordado.
Proponho me a escrever,
Umas últimas linhas,
Antes de enlouquecer.
Tenho pensado demasiado,
E escrito para me entreter
Mas decidi agora que é só este,
Que te vou deixar ler.
Na realidade não entretém,
Mas é como se falasse contigo,
Sinónimo de chanfradice,
Resultado do que não consigo:
Evitar reviver, escamotear.
Sinto a tua falta todos os dias,
Não me parece que vá passar.
O som está em mono,
E para estereo não vai.
Eu questiono,
Mas não sei como este vírus sai.
Acho que não me devo repetir.
Mas sinto me demasiado...
Como um espumente sem ser gasificado,
Ou um comedor enfastiado.
Na certeza que desististe,
Angustiado, desaparado, triste.
Não há outra opção.
"Ah faz assim faz assado."
Isto não foi uma banalidade!
Não tive quando te comecei a amar.
Oportunidade
Como nunca ninguém teve de tal verdade.
Com todo o meu coração.
Assim, como também desisti.
Senti que não tinha opção.
Se disseste que não valia a pena tentar,
E que tinhas chegado ao teu limite,
Os problemas não estavam a começar,
Julguei nos para lá do que se permite...
E com a coragem que nunca mais senti.
Quis te largar.
Sair do teu planeta.
Hoje cortava um braço para te abraçar.
E era feliz maneta.
E a lição depois aparece, vejamos:
Quando achei que estava a ser, enfim, corajoso,
Afinal estava aos teus olhos malicioso
A não respeitar o que passamos.
Lamento.
Tentei ser bom,
E dei o meu melhor.
Mesmo sem me dares qualquer palavra de gratidão,
Eu postro-me sem pudor e com satisfação.
E escrevo profundo e com certezas.
Faz te feliz Glória.
Foi incrível viver contigo enamorado.
Serás para sempre o meu amor.
E o que vivemos
Para sempre vai ser recordado.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
quando a poesia termina
há uma chantagem despercebida quando a poesia termina fica a linguagem do dia a dia essa que sem roupas ou camuflagens fura como cristais…
Kátia Surreal
fugindo da tese
estou poeticamente fugindo da tese mais trágico que isso só o compromisso rompido com a terapia ando fugindo demais de tudo o que é real…
Kátia Surreal
recorro aos ancestrais
quando meu pai me conta sobre suas ascendências indígenas indago à natureza qual minha tribo ela então me diz que minha raiz é o encontro…
Kátia Surreal
Brasil - 17/06/2011
Os encantos desta terra Que foi chamada Brasil, Estão nos rios e na serra No céu azul, cor de anil. Nas cavernas e nas grutas …
Armando A. C. Garcia