Ó Lua, bela e misteriosa,
Que no céu brilha formosa,
Com tua luz prateada a iluminar,
Todo o mundo a encantar.
Teus ciclos são como poesia,
Que a cada fase nos guia,
De crescente a cheia, de minguante a nova,
Seu encanto é como uma prova.
Não há quem não te admire,
Quando em noites claras tu a surgir,
E banhar a paisagem com teu brilho,
Que nos deixa sempre maravilho.
Tu és a musa dos poetas,
Que em tuas fases encontram meta,
Para suas rimas e versos,
Que descrevem teus encantos diversos.
Ó Lua, que nos fascina,
Com tua beleza cristalina,
Que tu sempre brilhes no céu,
E que tua luz nos acompanhe no breu.
Que no céu brilha formosa,
Com tua luz prateada a iluminar,
Todo o mundo a encantar.
Teus ciclos são como poesia,
Que a cada fase nos guia,
De crescente a cheia, de minguante a nova,
Seu encanto é como uma prova.
Não há quem não te admire,
Quando em noites claras tu a surgir,
E banhar a paisagem com teu brilho,
Que nos deixa sempre maravilho.
Tu és a musa dos poetas,
Que em tuas fases encontram meta,
Para suas rimas e versos,
Que descrevem teus encantos diversos.
Ó Lua, que nos fascina,
Com tua beleza cristalina,
Que tu sempre brilhes no céu,
E que tua luz nos acompanhe no breu.
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