O Pintor
Um pintor solitário, em seu estúdio vazio,
Pinceladas de desgosto, em cada canto sombrio.
Ele pinta com fervor, mas sem nenhum amor,
Para cada obra de arte, ele sente um ardor.
Cada tela é uma batalha, uma luta interna,
Entre o desejo de criar e a vontade eterna,
De rasgar cada pedaço, de destruir cada traço,
De suas artes, que ele vê como um fracasso.
Ele odeia suas cores, seus contornos, suas formas,
Vê defeitos e falhas, onde outros veem normas.
Ele busca a perfeição, em cada direção,
Mas tudo que encontra, é a sua própria rejeição.
Ele grita para o vazio, "Por que não posso amar,
As minhas próprias criações, que tento aprimorar?"
Mas o vazio responde, com um silêncio profundo,
E o pintor continua a pintar, perdido em seu mundo.
Ele odeia suas artes, mas não pode parar,
Pois pintar é seu fôlego, seu jeito de respirar.
E talvez um dia, ele possa ver,
A beleza em suas obras, que todos conseguem ver.
L.
Pinceladas de desgosto, em cada canto sombrio.
Ele pinta com fervor, mas sem nenhum amor,
Para cada obra de arte, ele sente um ardor.
Cada tela é uma batalha, uma luta interna,
Entre o desejo de criar e a vontade eterna,
De rasgar cada pedaço, de destruir cada traço,
De suas artes, que ele vê como um fracasso.
Ele odeia suas cores, seus contornos, suas formas,
Vê defeitos e falhas, onde outros veem normas.
Ele busca a perfeição, em cada direção,
Mas tudo que encontra, é a sua própria rejeição.
Ele grita para o vazio, "Por que não posso amar,
As minhas próprias criações, que tento aprimorar?"
Mas o vazio responde, com um silêncio profundo,
E o pintor continua a pintar, perdido em seu mundo.
Ele odeia suas artes, mas não pode parar,
Pois pintar é seu fôlego, seu jeito de respirar.
E talvez um dia, ele possa ver,
A beleza em suas obras, que todos conseguem ver.
L.
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